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Arquivo de etiquetas: activismo

A Behance Network é uma montra especial para grandes designers de todo o mundo. É também um local para encontrar artistas que querem marcar pela diferença através do seu trabalho. Um destes designers é Rishi Sodha de Londres, Reino Unido, que é apaixonado pelo papel do design no avançar da causa dos direitos humanos e desenvolveu/estabeleceu uma organização sem fins lucrativos: Design Against Human Rights Abuse (DAHRA). Ver o seu Portfolio na Behance Network para ver mais do seu trabalho.

Um vídeo feito para a Human Rights Action Center por este mesmo autor. Esta organização trabalha em diversas iniciativas pelos direitos humanos em todo o mundo, incluindo campanhas para os govenos imprimirem a Declaração dos Direitos Humanos em passaportes. Têm uma atenção particular na região de Burma (Myanmar).

O vídeo foi criado por Seth Brau de Brooklyn, New York, este que entre outras coisas, cria calçado pintado à mão para a VANS. Outras versões do vídeo podem ser vistas em Espanhol e Islandês no canal de Vimeo do autor. Produzido por Amy Poncher com música de Rumspringa.

Ainda na pesquisa sobre open-source learning e as questões sobre o hacktivismo e a cultura digital:

WikiLeaks é uma plataforma de comunidade que publica documentos anónimos e leaks relacionados com actos governamentais e corporativos, ou religiosos, preservando assim o anonimato e indetectibilidade dos seus contribuidores. Dizem ter nos seus servidores 1.2 milhões de documentos enviados por comunidades dissidentes e fontes anónimas. É uma incrível ferramenta de pesquisa, uma impagável base de dados para a liberdade de informação e especialmente o jornalismo de investigação, e devia ser tomada em linha de conta pelos bloggers (especialmente) que têm um estatuto diferente do dos jornalistas. Eles evitam a armadilha dos posts livres, para agora poderem rever e editar tudo, tendo responsabilidade sobre aquilo que publicam. A missão da WikiLeaks é somente permitir avaliação pública dos documentos e já se conseguiram provar arrojados o suficiente para rejeitar as pressões de censura de gigantes como o governo Chinês ou os seguidores do culto religioso da Cientologia. E essa é uma atitude notável.

http://thetruthorthefight.files.wordpress.com/2009/03/13.jpg?w=510

Os principais conceitos do projecto AHA são o Activismo: activismo político, Hacking: activismo tecnológico, Artivismo: activismo artístico.

O Activismo Artístico compreende qualquer forma livre e aberta de criatividade, que promova a ideia do uso crítico dos media, para estimular uma experimentação conscenciosa na forma de expressão ou linguagem expressiva  sem qualquer tipo de censura.

Desde 2001, o projecto AHA segue um caminho colectivo, como resultado dum movimento italiano que desde o princípio dos anos 80 que luta por um uso independente e gerido individualmente dos mass-media (vídeo, computador, radio e texto escrito). Hoje, mais do que nunca, este movimento está a demonstrar ser uma das mais válidas alternatives para informação oficial em Itália.

Em Itália, o activismo tecnológico, artístico e político estão interligados muito de perto numa rede comum espalhada por todo o país consistindo de colectivos, activistas e artistas. O seu denominador comum é o querer dar vida a um modo alternativo e independente de produzir informação, consciência cultural e comunicação.

As principais actividades do projecto são a organização de exposições/eventos sobre a net-arte italiana e “hacktivismo”, a difusão de projecto do colectivo de artista italianos dentro do âmbito dos festivais de arte e media ou convenções e o desenvolvimento de uma mailing list internacional sobre o activismo artístico e artivismo, aha@lists.ecn.org. Este é um espaço colectivo virtual que advoga o uso livre de arte e software. Na mailing list do AHA estão cerca de 600 subscritores. A lista AHA faz parte da mailing list neighbourhood of nettime.

O Activism-Hacking-Artivism é também um projecto de experimentação artística que usa a tecnologia nas suas mais vitais manifestações, necessáriamente incluindo o uso crítico e gerido invididualmente dos mass-media. Não objectos artístico per se mas processos de rede (network), não originalidade mas reprodutibilidade, não representação de uma singularidade mas uma acção colectiva. Desde 2002 até agora, o projecto AHA já apresentou muitas exposições em diferentes cidades italianas e, desde 2004, também na Alemanha e Dinamarca.

_Um vídeo sobre o projecto, apresentado por Tatiana Bazzichelli

_Sobre este projecto e sobre este assunto bem como assuntos relacionados, o livro de Tatiana Bazzichelli, Networking, The Net as Artwork.

_links Alguns dos projectos desenvolvidos pelo colectivo estão nas páginas de eventos e de exposições.

Alguns dos projectos mais recentes:

Orgasmatic – “Orgasmatic Implosion is a video realized during the Peenemuende [xxxxx] workshop and shown at Transmediale 2008. An intense, conspiratorial two day long working group/workshop at a key historical location.”

Openness & Do-It-Yourself in the Social Networks“Since the 80s, the platforms of networking have been an important tool to share knowledge and experience to create works of net art. The concepts of “Openness” and “Do-It-Yourself”, today more and more relevant with the diffusion of Social Networks, have been the starting point for the development of punk culture and hacker ethic.
Tatiana Bazzichelli reflects on these topics with a video contribution”

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